terça-feira, 17 de maio de 2011


Um quase amor quando tinha 13 anos, um quase amor de olhos azuis, um outro pra esquece-lo com olhos de esmeralda, mais um, e mais outros, e tantos mil. Alguns de coração valente, outros com a alma tão pura. Uns anjos, outros verdadeiros demonios roubadores de dias.
Todos me confundindo. Todos me machucando.
Sozinha, perdida, e confusa ...
E então descubro o que é o amor de verdade.
De olhos negros, esse me roubava suspiros.De braço quente, dominava meu coração.
Perturbava meus sonhos de um jeito bom, lia meus pensamentos.
Inverteu meus pólos, me deu confiança e a tirou de mim também.
Tornou o meu destino em solidão. Tirou minha fome.
E tudo que era bom, acabou.
Eu estraguei tudo com a sombra da minha insegurança, e você foi embora.
E eu, que já tanto disse do amor, compreendi que não sei nada sobre ele. E que nem ao menos consigo falar sobre você, sem que uma lágrima escorra de meus olhos.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

domingo, 15 de maio de 2011

Eu tou desistindo, tou pedindo arrego, tou implorando. Para!
Por favor, por favor. Me de qualquer motivo para voltar com aquele sorriso estridente.
Fala comigo mais uma vez, e repete aquela ultima frase . "EU TE AMO!"
Me perdoa por não ser capaz de olhar em seus olhos sem que os meus se enxam de lagrimas e derretam meu coração, me perdoa por te amar demais e por deixar você partir.
Não sai da minha vida.Não assim, e de qualquer jeito.

domingo, 8 de maio de 2011

memórias

Andar de mãos dadas, contar as estrelas, dar piruetas imitando moinhos.Ser livre como o vento.Bagunça na cozinha, entrelaçadas com ataques de rinite aguda e urticaries sorridentes. Tudo banhado em cerveja e fumaça. O cheiro quente do cigarro queimando em sua boca, a brisa suave que leva a minha infancia contigo.
A princesa no castelo de sonhos tão infinitos quanto o amor que ela tem pra dar. Lembra? Era assim que você sempre, até o presente momento, me descreveu.
Um instante era tudo o que eu precisava.
Você me querendo sempre bem! Brincando de lobo mal enquanto esperavamos calmamente a noite banhar com o azul celeste as nossas vidas tão puras quanto o amarelo-sol.
Dizia que me amava e que ninguém no mundo tomaria o meu lugar.
Até o presente momento.
Diz que alguma vez se importou mesmo, mente de novo pra sua menina boba e depois vai embora. o mundo toma conta!
Me empurra de novo no buraco negro de pesadelos e me soterra em ironias. Me banha em marmore e me diz que a vida é pura.Diz que tudo não passa de um espelho mal colocado e que eu sempre estive errada, que tudo não passa de medo.
Me apunha-la por tras e diz que isso sim é a realidade.



A musica entoada por suspiros .
Calados, por beijos ardentes.
Choros remoídos, remoendo
o passado.

Separados por um futuro,
Conturbados pela presença
do egocentrismo , sensacionalismo.

E no olhar, a ultima gota de esperança.
Mas, só os cortes em mãos