O que na verdade passa ,a gente aceita,ou finge aceitar. Quer aceitar, mas não consegue.
Você não consegue porque na verdade ninguém quer aceitar, ninguém quer aceitar que o amor acabou, que o verão já passou, e que tudo o que sobrou foram as cinzas do norte, o vento gelado que sopra aos ouvidos toda a cor que o clarão da manhã levou.
As marcas de solidão estampadas no corpo, de roxo à roxo.
A memoria ardente, sedenta, melancólica.
Minh'alma eternizando os farrapos do que um dia eu chamei de coração, ele por sua vez representando o fatídico papel de ser o que se é.
E todas as ondas que me causam enjoo, nas subidas e decidas da vida.
Você não consegue porque na verdade ninguém quer aceitar, ninguém quer aceitar que o amor acabou, que o verão já passou, e que tudo o que sobrou foram as cinzas do norte, o vento gelado que sopra aos ouvidos toda a cor que o clarão da manhã levou.
As marcas de solidão estampadas no corpo, de roxo à roxo.
A memoria ardente, sedenta, melancólica.
Minh'alma eternizando os farrapos do que um dia eu chamei de coração, ele por sua vez representando o fatídico papel de ser o que se é.
E todas as ondas que me causam enjoo, nas subidas e decidas da vida.
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