
Quand je me nourrir, me détruire
Atravesso toda a porcelana que tende a te roubar de mim. A carne triturada sangrando por ossos intactos,banhando meu mármore de saliência genética.Coloco-me diante daquele espelho reverso, vomitando as borboletas que me repudiam ao tentar ser livre.
Até então ainda tenho meus sonhos me segurando pelas mãos e me jogando adiante, as vezes para o céu azul de domingo, outras para o vácuo.
Fitas vermelhas são capazes de medir a distancia do meu coração e da minha razão, mas não são capazes de me fazerem melhor.
Minha alma rejeita restos, dissipa tudo e qualquer coisa que se aproxime.
Minhas piruetas balançam, eu tremo na base, e na ponta ... despenco.Minhas dificuldades não estão apenas restritas à execução de passos. Passo a ter dificuldade de respirar, de sentir a minha musica.Fico surda, fico muda e consequentemente, cega.


