Amarra uma bigorna em meus pés e me joga mais uma vez na fúria do mar, faz com que as ondas me enforquem e encham meus olhos de areia. Faça com que a lama imunda seque em meu corpo, tomando conta da carne fraca.
Vai!
Me bate, me amarra, deixe o sangue escorrer.
Pegue soda, pegue álcool, coloque fogo.
Mas não fique em silêncio, por favor.
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