A menina que sorria com os olhos, mostra os dentes enquanto deixa as lagrimas rolarem em seu
olhar vago. As piruetas da bailarina confiante, tão falsas quanto as suas lembranças. Gira, e gira em
torno de suas decepções, e faz de seus sonhos uma estrada sem fim.
E a dor que não se desfaz, se afirma em laços familiares, e
traz das recordações penitencias.
Cansada de se doar, e acabar perdendo-se mais uma vez pra
pequenos punhados de ilusões.
Perdida em um corpo, uma vida que não é dela.
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