Duas voltas e eu esbarro em você; com um sorriso de anjo me convidou para dançar.
Me pegou pelos braços e colou o teu corpo no meu.O sonho, a fantasia e o desejo tomaram conta de nossas almas naquele instante.
Seu coração batendo no ritmo e entoando nossos passos para o infinito. Meu coração acelerado, tentando lutar contra.
Suas palavras doces me entorpecendo e seus braços fortes e largos em minha cintura , nos libertando da amarga sida de ser só.
Não existia mais um mundo, eu estava com você e era só você naquele momento.Me encontrei de verdade, e o futuro já não me parecia tão assustador.
Cochichos engraçados e beijos quase roubados.
Mas a música parou, e o mundo voltou a girar colocando tudo em seu lugar novamente.
Me despedi com um sorriso e o nosso amor ficou em minhas mãos, e nas quatro paredes daquele quarto !
domingo, 26 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011

Sabe a menina doce que perdeu os amigos quando a avó ainda era viva? Aquela mesmo, previzivel, que fazia qualquer coisa para ver você sorrir. A que amou quase meio mundo, tão intensamente que fraquejou toda vez, em cada partida.
A pequena menina, fraca e inconstante que não sabia o que queria e quando descobriu, perdeu tudo de uma vez.
Sabe, aquela menina dos olhos puros e da alma clara? Então, ela se foi .. eu matei ela !
terça-feira, 17 de maio de 2011
Um quase amor quando tinha 13 anos, um quase amor de olhos azuis, um outro pra esquece-lo com olhos de esmeralda, mais um, e mais outros, e tantos mil. Alguns de coração valente, outros com a alma tão pura. Uns anjos, outros verdadeiros demonios roubadores de dias.
Todos me confundindo. Todos me machucando.
Sozinha, perdida, e confusa ...
E então descubro o que é o amor de verdade.
De olhos negros, esse me roubava suspiros.De braço quente, dominava meu coração.
Perturbava meus sonhos de um jeito bom, lia meus pensamentos.
Inverteu meus pólos, me deu confiança e a tirou de mim também.
Tornou o meu destino em solidão. Tirou minha fome.
E tudo que era bom, acabou.
Eu estraguei tudo com a sombra da minha insegurança, e você foi embora.
E eu, que já tanto disse do amor, compreendi que não sei nada sobre ele. E que nem ao menos consigo falar sobre você, sem que uma lágrima escorra de meus olhos.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
Eu tou desistindo, tou pedindo arrego, tou implorando. Para!
Por favor, por favor. Me de qualquer motivo para voltar com aquele sorriso estridente.
Fala comigo mais uma vez, e repete aquela ultima frase . "EU TE AMO!"
Me perdoa por não ser capaz de olhar em seus olhos sem que os meus se enxam de lagrimas e derretam meu coração, me perdoa por te amar demais e por deixar você partir.
Não sai da minha vida.Não assim, e de qualquer jeito.
Por favor, por favor. Me de qualquer motivo para voltar com aquele sorriso estridente.
Fala comigo mais uma vez, e repete aquela ultima frase . "EU TE AMO!"
Me perdoa por não ser capaz de olhar em seus olhos sem que os meus se enxam de lagrimas e derretam meu coração, me perdoa por te amar demais e por deixar você partir.
Não sai da minha vida.Não assim, e de qualquer jeito.
domingo, 8 de maio de 2011
memórias
Andar de mãos dadas, contar as estrelas, dar piruetas imitando moinhos.Ser livre como o vento.Bagunça na cozinha, entrelaçadas com ataques de rinite aguda e urticaries sorridentes. Tudo banhado em cerveja e fumaça. O cheiro quente do cigarro queimando em sua boca, a brisa suave que leva a minha infancia contigo.
A princesa no castelo de sonhos tão infinitos quanto o amor que ela tem pra dar. Lembra? Era assim que você sempre, até o presente momento, me descreveu.
Um instante era tudo o que eu precisava.
Você me querendo sempre bem! Brincando de lobo mal enquanto esperavamos calmamente a noite banhar com o azul celeste as nossas vidas tão puras quanto o amarelo-sol.
Dizia que me amava e que ninguém no mundo tomaria o meu lugar.
Até o presente momento.
Diz que alguma vez se importou mesmo, mente de novo pra sua menina boba e depois vai embora. o mundo toma conta!
Me empurra de novo no buraco negro de pesadelos e me soterra em ironias. Me banha em marmore e me diz que a vida é pura.Diz que tudo não passa de um espelho mal colocado e que eu sempre estive errada, que tudo não passa de medo.
Me apunha-la por tras e diz que isso sim é a realidade.
A princesa no castelo de sonhos tão infinitos quanto o amor que ela tem pra dar. Lembra? Era assim que você sempre, até o presente momento, me descreveu.
Um instante era tudo o que eu precisava.
Você me querendo sempre bem! Brincando de lobo mal enquanto esperavamos calmamente a noite banhar com o azul celeste as nossas vidas tão puras quanto o amarelo-sol.
Dizia que me amava e que ninguém no mundo tomaria o meu lugar.
Até o presente momento.
Diz que alguma vez se importou mesmo, mente de novo pra sua menina boba e depois vai embora. o mundo toma conta!
Me empurra de novo no buraco negro de pesadelos e me soterra em ironias. Me banha em marmore e me diz que a vida é pura.Diz que tudo não passa de um espelho mal colocado e que eu sempre estive errada, que tudo não passa de medo.
Me apunha-la por tras e diz que isso sim é a realidade.
sábado, 23 de abril de 2011
Essa noite ela me visitou.
Entrou pela porta, silenciosa e densa.Seus sussuros ofegantes chegaram até meus ouvidos arrepiando e encobrindo meus sonhos.
Abafou minha voz com entorpecente. Era tanta fumaça que mal conseguia ve-la. Apenas seus olhos.
Olhos de amargura, olhos salgados como o mar e como as lagrimas que já escorreram por esses mesmos pobre olhos.
Senti meu corpo nu, envolto em mortalha.
Não carregava foice, ou roupa escura. Era todas as cores e a falta delas.Era vapor de licor alcoólico que sobe à cabeça, que envolve e que leva, sem deixar-me contestar.
Esperou a carne esvaecer e então me carregou. Seus dedos eram delicados, tão delicados que não pude senti-los ou tentar resistir. Era sobrenatural.
Seduziu minha alma.Me rendi.
Então o menino dos olhos azuis, me roubou. Soprou em meus ouvidos que ainda era tempo de viver.
Pegou em minhas mãos e se assegurou de que nessa noite eu continuaria viva e indiferente.
Ela foi embora, mas não disse adeus, a certeza de que iria me ver mais uma vez era tão clara quanto os olhos que nos observavam.
Abafou minha voz com entorpecente. Era tanta fumaça que mal conseguia ve-la. Apenas seus olhos.
Olhos de amargura, olhos salgados como o mar e como as lagrimas que já escorreram por esses mesmos pobre olhos.
Senti meu corpo nu, envolto em mortalha.
Não carregava foice, ou roupa escura. Era todas as cores e a falta delas.Era vapor de licor alcoólico que sobe à cabeça, que envolve e que leva, sem deixar-me contestar.
Esperou a carne esvaecer e então me carregou. Seus dedos eram delicados, tão delicados que não pude senti-los ou tentar resistir. Era sobrenatural.
Seduziu minha alma.Me rendi.
Então o menino dos olhos azuis, me roubou. Soprou em meus ouvidos que ainda era tempo de viver.
Pegou em minhas mãos e se assegurou de que nessa noite eu continuaria viva e indiferente.
Ela foi embora, mas não disse adeus, a certeza de que iria me ver mais uma vez era tão clara quanto os olhos que nos observavam.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Amarra uma bigorna em meus pés e me joga mais uma vez na fúria do mar, faz com que as ondas me enforquem e encham meus olhos de areia. Faça com que a lama imunda seque em meu corpo, tomando conta da carne fraca.
Vai!
Me bate, me amarra, deixe o sangue escorrer.
Pegue soda, pegue álcool, coloque fogo.
Mas não fique em silêncio, por favor.
Vai!
Me bate, me amarra, deixe o sangue escorrer.
Pegue soda, pegue álcool, coloque fogo.
Mas não fique em silêncio, por favor.
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